30.12.06

Bromeliaceae

Bromeliaceae

Bromeliaceae é uma família botânica representada pelas bromélias (Bromelia sp) são originárias das Américas, principalmente as florestas tropicais. São aproximadamente 1.400 espécies em 58 gêneros. O gênero Ananas é muito cultivado na América do Sul para se produzir a fruta abacaxi. O gênero Bromelia é cultivado em todo mundo para o paisagismo de jardins.

Batata-doce


A batata-doce é a raiz tuberculosa da espécie Ipomoea batatas, uma planta da família das convolvuláceas, ordem das Solanales (a mesma da batata, do tomate, das pimentas, etc.).

Possui diversas variedades cultiváveis divididas em de mesa, ou mercado, e as forrageiras ambas podendo ser encontradas nas cores externas amarela, branca e roxa. No entanto o número de variedades não se restringe à essas caraterísticas. Elas podem ser classificadas de acordo com o formato, tamanho, cor interna, dulçor, precocidade, cor das folhas e até pela coloração das flores, entre outras.

É a quarta hortaliça mais cultivada no Brasil e a com o maior índice de produtividade Kcal/ha/dia.

Originária dos Andes, se espalhou pelos trópicos de todo o Mundo.

Arre-diabo - Cnidoscolus pubescens

Arre-diabo

Arre-diabo ou Cansanção (Cnidoscolus pubescens) é uma planta da família Euphorbiaceae.

Aroeira

Aroeira

Aroeira ou Arrueira é o nome popular de várias espécies de plantas da família Anacardiaceae.

Destacam-se entre elas:

Astronium fraxinifolium Schott & Spreng. - aroeira-do-campo, aroeira-vermelha, gonçalo-alves, nativa dos cerrados do Brasil central.
Lithraea molleoides (Vell) Engl. - aroeira-branca, aroeira-brava, aroeira-do-brejo, aroeira-da-capoiera, bugreiro, nativa de várias formações do sul e sudeste do Brasil.
Myracrodruon urundeuva Allemao (ex- Astronium juglandifolium Griseb., Astronium urundeuva (Fr. All.) Engl.) - aroeira-do-campo, aroeira-da-serra, urundeúva, nativa da caatinga e do cerrado, desde o Ceará até o Paraná. Espécie ameaçada.
Schinus molle L - aroeira-salsa, aroeira, aroeira-mole, fruto-de-sabiá, nativa dos campos de altitude do sul do Brasil.
Schinus terebinthifolius Raddi - aroeira-mansa, aroeira-vermelha, aroeira-precoce, aroeira-pimenteira, aroeira-do-sertão, nativa de várias formações vegetais do nordeste, centro-oeste, sudeste e sul do Brasil.
A aroeira-salsa é muito apreciada na culinária francesa, onde é conhecida como "poivre-rose".

Araucaria

Araucaria

Araucaria é um gênero de árvores coníferas na família Araucariaceae. Existem 19 espécies no gênero, com distribuições altamentes separadas na Nova Caledônia (onde treze espécies são endêmicas), Ilha Norfolk, oeste da Austrália, Nova Guiné, Argentina, Chile, e centro-sul do Brasil.

Araçarana


Araçarana

A Araçarana (Calyptranthes concinna DC.; Myrtaceae) é uma árvore brasileira.

Andá-açu ou Cotieira

Andá-açu ou Cotieira

O Andá-açu ou Cotieira (Joanesia princeps; Euphorbiaceae) é uma árvore brasileira.

Amendoim-bravo

Amendoim-bravo

O amendoim-bravo (Pterogyne nitens Tul.) é uma árvore da família das fabáceas, sub-família Caesalpinioideae.

Acoita-cavalo Miudo

Açoita-cavalo Miúdo (Luehea divaricata Mart.; Tilioideae) é uma árvore brasileira.

Nomes Populares: açoita-cavalo, ibatingui, pau-de-canga, caoueté, caiboti, estribeiro, guaxima-do-campo, envereira-do-campo

Família: Malvaceae

Nome Científico: Luehea divaricata Mart.


Sinonímia Botânica: Luehea parviflora Mart., Brotera mediterranea Vell., Luehea speciosa Willd.,


Descrição Morfológica: Árvore de 10 a 30 m de altura, possui fuste de 50 a 120 cm de diâmetro, com casca externa pardo-acinzentada, com numerosos e pequenos sulcos longitudinais e, casca interna rosada até avermelhada, com textura fibrosa.

Suas folhas são simples, alternas, dísticas, membranáceas a cartácea, oblongas, pecioladas (até 1 cm), com margens irregularmente serreadas e base arredondada a sub-cordada. Discolores, verde-escuras, ásperas ao tato na face adaxial e com pilosidade branco-tomentosa na face abaxial, medem de 5 a 15 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura.

As flores são brancas ou róseas, pentâmeras, hermafroditas, polistêmones e reunidas em inflorescências cimosas axilares ou em panículas terminais. O fruto é uma cápsula de até 3 cm, coberta de pilosidade de cor castanha, deiscente por cinco fendas na extremidade. A floração ocorre de dezembro a fevereiro e os frutos amadurecem entre os meses de março a maio, liberando sementes pretas, achatadas e com curta asa em um dos lados.


Ocorrência: Ocorre desde Minas Gerais e Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, nas formações florestais do complexo atlântico e nas florestas estacionais semideciduais e deciduais, penetrando em alguns pontos no domínio do cerrado, ocorrendo nas formações florestais ciliares.

No Paraná ocorre principalmente na Floresta Ombrófila Mista. No Rio Grande do Sul a espécie ocorre em todas as regiões fisiográficas, habitando principalmente várzeas de rios, capoeiras e florestas de encostas (Marchiori, 1997.A).


Utilização: Madeira branca, bege-clara até levemente rosada, de superfície sem brilho, lisa, flexível, moderadamente pesada, dura e pouco resistente ao apodrecimento. Usada para confecção de cadeiras, hélices de avião, caixotaria, móveis, peças torneadas, calçados, rodapés, molduras, construções internas e compensados.

Dos galhos fazem-se cangalhas, cestos, jacás e açoite para cavalos. Presta-se para fabricação de cordas e barbantes. O tanino extraído de sua casca é usado para curtir couros. Também é indicada para recuperação de áreas degradadas, por ser agressiva.

Na medicina popular o cozimento das cascas é empregado para combater o reumatismo, é usado como adstringente e antidesintérico, a infusão das cascas serve para limpar úlceras e feridas. Suas folhas são usadas em xaropes contra tosses , laringites e bronquites, as raízes são depurativas e o mel apresenta propriedade expectorante.

Abacaxi ou ananas

Abacaxi ou Ananás

Abacaxi ou ananás é uma planta monocotiledônea da família das bromeliáceas. Os abacaxizeiros cultivados pertencem à espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades rutiferas. Há também várias espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero.

O pé de abacaxi é planta semiperene, que alcança 1m de altura. Primeiro produz um único fruto, situado no ápice; depois, com a ramificação lateral do talo, aparecem outros frutos, de modo que a fase produtiva pode prolongar-se por vários anos. Quando adulto, é constituído de raízes, talo (caule), folhas, frutos e mudas. O sistema radicular, do tipo fasciculado, é superficial, pois a maior parte das raízes fica nos primeiros 15cm de solo. O talo apresenta o formato de uma clava, relativamente curta e grossa. As folhas têm forma de calha e estão inseridas no talo, formando uma densa espiral dextrogira e levogira.

A inflorescência é uma espiga, formada de flores completas, cada uma localizada na axila de uma bráctea. O fruto é composto, do tipo sorose, e resulta da coalescência de um grande número de frutos simples (100 a 200), do tipo baga, denominados frutilhos, os quais estão inseridos num eixo central, coração ou miolo, em disposição espiralada e intimamente soldados uns aos outros. No ápice do fruto existe um tufo de folhas – a coroa – resultante do tecido meristemático apical que a planta possui desde a sua origem. A conexão do fruto com o talo da planta é feita através de um pedúnculo.


Inflorescência de um Ananas comosus.A casca do abacaxi é formada pela reunião das brácteas e sépalas das flores. Logo abaixo da casca, inseridos na periferia de depressões em forma de taça, podem ser encontrados restos de pétalas e de estames, enquanto de cada uma dessas depressões aparece um vestígio de estilete. Na superfície de um fruto descascado de um modo pouco profundo, os restos de estiletes dão idéia de espinhos. Por outro lado, quando o descascamento é feito de modo mais profundo, a superfície mostra-se toda perfurada, por ficarem expostas as lojas dos ovários dos frutilhos. Dentro de tais lojas, em se tratando de fruto de variedade cultivada, geralmente são encontrados apenas óvulos abortados, pois a formação de sementes é rara, por serem as flores auto-estéreis. Todavia, através de polinização manual com pólen de outra variedade, não é rara a produção de duas mil a três mil sementes por fruto.

A parte comestível do abacaxi é a polpa, suculenta, formada pelas paredes das lojas dos frutilhos e pelo tecido parenquimatoso que os une, bem como pela porção externa ou casca do coração. De acordo com a parte da planta em que são produzidas, as mudas do abacaxizeiro são classificadas em quatro tipos:

a) coroa – muda do ápice do fruto;
b) filhote – muda do pedúnculo;
c) filhote-rebentão – muda da região de inserção do pedúnculo com o talo da planta;
d) rebentão – muda do talo da planta.
O abacaxizeiro é planta muito sensível ao frio, mas resiste bem às secas. Embora seja planta tropical, nos dias de sol muito intenso, os frutos podem sofrer queimaduras, quando não são protegidos. Pode ser cultivado em qualquer tipo de solo, desde que seja permeável, isto é, não sujeito ao encharcamento; prefere, porém, solos leves, ricos em elementos nutritivos e com pH entre 5,5 e 6,0, ainda que tolere aqueles de pH mais baixo. É bastante exigente em nutrientes.

Geralmente, o florescimento natural do abacaxizeiro ocorre no inverno, mas o comprimento do ciclo natural pode variar de 10 a 36 meses, pois, além de condições climáticas, depende da época de plantio, do tipo e do peso das mudas utilizadas, e também das práticas culturais adotadas.

Abacaxis também são bastante comuns para as pessoas comerem, pois são muito bons e tem um gosto ótimo para fazer sucos.